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Nº
118 Mar - 2002
A
EPIDEMIA DO DENGUE
O
dengue é uma doença febril aguda, de etiologia viral e de evolução
benigna na forma clássica. É hoje a mais importante arbovirose
que afeta o homem e constitui sério problema de saúde pública
no mundo, principalmente na maioria dos países tropicais, onde
o clima e os hábitos urbanos criam as condições que favorecem
o desenvolvimento e a proliferação do Aedes aegypti, o mosquito
vetor (Na Ásia o Aedes albopictus desempenha importante papel
na cadeia de transmissão).
O
dengue parece ter sido relatado pela primeira vez no mundo na
ilha de Java, em 1779. Nas Américas foi em Cuba, no ano de 1782.
No
Brasil, há referências sobre dengue desde 1846. Mas a primeira
epidemia documentada clínica e laboratorialmente foi a causada
pelos sorotipos Den-1 e 4 em Boa Vista / Roraima em 1981/82.
Em
1986 ocorreu uma epidemia de grande magnitude no Rio de Janeiro,
causada pelo sorotipo Den-1, estendendo-se para os estados de
Ceará, Alagoas e um ano após foi detectada nos estados da Bahia,
Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo, tornando-se endêmica nestes
locais. Em 1990 foi detectado o sorotipo Den-2 no Rio, que provocou
um surto de Febre Hemorrágica do Dengue (FHD), incidindo em pessoas
previamente expostas ao Den-1 nos anos de 1986/87.
Os
primeiros casos confirmados de Dengue em Belo Horizonte foram
em abril de 1996 em Venda Nova, seguidos pela primeira epidemia.
Em 1997, nova epidemia atinge principalmente a Regional Oeste.
Em 1998, Belo Horizonte se depara com uma epidemia que atinge
praticamente toda a cidade. Até então, tem sido isolado apenas
o sorotipo Den-1.
O
Vírus
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Vírus:
São encontrados 4 sorotipos: Den-1, Den-2, Den-3, Den-4.
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Ciclo
de transmissão: Homem - Aedes - Homem.
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Modo
de transmissão: Picada do mosquito fêmea (durante o dia, geralmente
pela manhã e entardecer).
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Período
de transmissibilidade:
1. Intrínseco (no homem): um dia antes do início da febre
até o sexto dia da doença (às vezes até 9 ou mais);
2.
Extrínseco
(no mosquito): após a picada em pessoa infectada, aloja-se
nas glândulas salivares e se multiplica depois de 8 a 12 dias.
O mosquito o transmite durante toda a sua vida (6 a 8 semanas).
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Período
de incubação: 3 a 15 dias, média de 5 a 6 dias.
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Susceptibilidade:
Universal.
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Imunidade
permanente: Conferida apenas ao sorotipo causador da infeção.
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Estação
de maior incidência: Verão, período de chuvas, devido ao aumento
dos índices de infestação do vetor.
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Morbidade:
Estima-se o acometimento de 20% da população (quadro leve
ou assintomático).
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Mortalidade:
Febre Hemorrágica
da Dengue não tratada ou erroneamente tratada: 40 a 50% .
Em 1981 em Cuba, 344.203 casos (precedida por epidemia pelo
Den-1 em 1977), com 34% de internação, letalidade hospitalar
de 0,13% e geral de 0,046%.
Venezuela (1989/90):
letalidade geral de 0,26% e de FHD de 0,99%. Rio em 1990 -
Den-2 (precedida pelo Den-1 em 1986/87) letalidade do FHD
de 3%.
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Diagnóstico
sorológico: Detecção de IgM (Mac Elisa) a partir do 5o dia
de doença = 80% positivo, de 6 a 10 dias = 93 a 99% positivo.
Dengue
Clássico
-
Suspeito:
febre há menos de 7 dias acompanhada de pelo menos dois dos
seguintes sintomas: cefaléia, dor retro-orbitária, mialgia,
artralgia, prostração, exantema. Ter estado nos últimos 15
dias em área onde esteja ocorrendo a transmissão de Dengue
ou tenha a presença do Aedes aegypti.
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Confirmado:
todos os suspeitos residentes em áreas onde já foram confirmados
sorologicamente outros casos (situação atual de BH) e todos
os suspeitos com IgM positivo.
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Laboratório:
Leucopenia, Lifocitose relativa, atipia linfocitária.
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Características
Clínicas e Diagnóstico diferencial:
1.
A febre é a primeira manifestação e de início repentino.
2.
A febre geralmente é alta, mais de 38ºC (quando o paciente não
faz uso de antitérmico).
3.
A prostração é intensa nos adultos e pode-se arrastar mesmo após
o término da febre.
4.
Nas crianças pequenas o Dengue assemelha-se mais a uma infeção
viral inespecífica, sendo os sintomas mais freqüentes a febre,
o exantema, o vômito e nas que já falam, a dor abdominal. Já a
prostração é menos intensa.
5.
O exantema nas pessoas de pele branca é máculo-papuloso, de cor
avermelhada, com limites irregulares da mácula de base.
6.
Em pessoas de pele negra ou morena, o exantema caracteriza-se
mais pelas pequenas pápulas.
7.
O exantema sempre aparece de uma vez, não apresentando seqüência
ou uniformidade na distribuição.
8.
O exantema pode aparecer em parte do corpo ou atingir o corpo
todo. Pode ser tão intenso que chega a coalescer. Pode aparecer
também nas palmas das mãos.
9.
A maioria dos pacientes com exantema queixa-se de prurido e em
alguns este sintoma é bastante intenso.
10.
É raro o aparecimento de sintomas respiratórios (coriza, tosse,
dor de garganta). Se estiverem presentes sem exantema, a suspeita
é de gripe ou resfriado.
11.
A febre com exantema, sintomas respiratórios e a presença de linfonodos
palpáveis, principalmente os retro-cervicais faz pensar mais em
Rubéola.
12.
A febre com Koplik, conjuntivite, coriza intensa, tosse, exantema
seqüencial (1o dia cabeça, 2º dia parte superior do tronco e membros
superiores, 3º dia tronco inferior e membros inferiores) faz pensar
mais em Sarampo.
13.
Em caso de febre com exantema (pele em lixa), amigdalite purulenta,
língua saburrosa, pode ser Escarlatina
14.
No exantema máculo-papuloso com evolução para hemorrágico, pensar
nas Ricketsioses (epidemiologia positiva para carrapatos na febre
maculosa) e na meningococcemia..
Deve-se
pesquisar os sinais clássicos da síndrome de irritação meníngea
(rigidez de nuca, sinais de Kernig e Brudzinski) pois a febre
alta, a cefaléia e vômitos são sintomas comuns aos dois quadros,
Meningite e Dengue.
Febre
Hemorrágica do Dengue
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Suspeito:
todo suspeito de Dengue Clássico com manifestações hemorrágicas,
variando da prova do laço positiva, às hemorragias leves e
severas.
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Confirmado:
todos os critérios a seguir presentes:
1. Febre de 7 dias ou menos;
2. Tendências hemorrágicas, evidenciadas por pelo menos uma
das seguintes manifestações: prova do laço positiva, petéquias,
equimoses, púrpuras, sangramento do trato gastrointestinal,
de mucosas ou outros;
3. Trombocitopenia (plaqueta menor ou igual a 100.000);
4. Extravasamento
plasmático: hematócrito aumentado em 20% ou derrame pleural,
ascite e hipoproteinemia;
5. Confirmação laboratorial da Dengue.
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Classificação
da FHD segundo a OMS:
1. Grau I: Febre + Prova do laço positiva.
2. Grau II: grau I + pequenas hemorragias espontâneas.
3. Grau III: Presença
de Choque, pulso rápido e fraco, PA baixa.
4. Grau IV: Choque profundo, ausência de PA, pulso imperceptível.
-
Laboratório
na FHD: Leucopenia a leucocitose, hemoconcentração (hematócrito
elevado), Trombocitopenia, aumento nos tempos de protrombina,
de tromboplastina parcial e trombina. Diminuição do fibrinogênio,
da protrombina, dos fatores IX e XII.
-
Caso
confirmado da Síndrome do Choque tóxico do Dengue: Todos os
critérios de FHD mais evidências de choque.
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OBS.:
A principal característica fisiopatológica associada ao
grau de gravidade da Febre Hemorrágica da Dengue é a efusão
de plasma, o que a diferencia da Dengue Clássica. Expressa
um aumento da permeabilidade vascular generalizada, que
permite a saída de água, eletrólitos e proteínas para
o interstício. Essa efusão ou fuga de plasma leva à hemoconcentração,
que se manifesta através de valores crescentes do hematócrito
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Teorias
para explicar a FHD:
1.
Alta virulência de determinadas cepas (Tailândia e Cuba associadas
ao Den-2)
2.
Duas infeções seqüenciais por sorogrupos diferentes.
3.
Multicausal (Cubanos): Virulência, infeções seqüenciais (Den-2
seguindo a outro sorotipo), fatores individuais (menores de 15
anos, intensidade da resposta imunológica anterior, presença de
enfermidades crônicas, etc.), intervalo de 3 a 5 anos entre as
infeções.
Ações Clínicas
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Realizar
prova do laço buscando identificar casos com tendências a
alterações hemorrágicas.
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Encaminhamento
imediato para realização de hematócrito e dosagem de plaquetas
de todos os casos com prova do laço positiva e de todos os
casos com alterações hemorrágicas, como: petéquias, púrpuras,
epistaxe, gengivorragias, hemoptise, hematúria, metrorragias,
hematêmese, melena, etc. Acompanhamento clínico-laboratorial
desses casos até o 7o dia da doença.
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Encaminhamento
para internação de todos os casos com sinais de alerta ou
choque.
-
Comunicação
imediata por telefone com a Vigilância Epidemiológica dos
Distritos de todos os casos com alterações hemorrágicas.
-
Prescrição
de antitérmico a base de paracetamol ou dipirona.
-
Orientação
do paciente quanto: ao não uso de medicamentos que contenham
Ácido Acetil Salicílico.
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Orientação
do paciente para banhos frios ou banhos com amido de milho
(Maizena - 1 colher de sopa para cada 10 litros de água) ou
prescrição de pasta d'água para alívio do prurido.
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Orientação
do paciente à ingestão freqüente de líquidos.
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Orientação
do paciente à busca de atendimento imediato caso apareçam
sinais ou sintomas de hemorragias, de hipotensão ou pré-choque
(sinais de alerta).
-
Fornecer
atestado para afastamento do serviço.
Ações
de vigilância epidemiológica
Técnica para a prova do laço
1.
Determinar a pressão arterial do usuário, seguindo as recomendações
técnicas.
2.
Voltar a insuflar o manguito até o ponto médio entre a pressão
máxima e a mínima (Ex.: PA de 120 por 80 mmHg, insuflar até 100
mmHg). O aperto do manguito não pode fazer desaparecer o pulso.
3.
Aguardar 5 minutos com o manguito insuflado
4.
Orientar o usuário sobre o pequeno desconforto sobre o braço.
5.
Após 5 minutos, soltar o ar do manguito e retirá-lo do braço do
paciente.
6.
Procurar por petéquias na área onde estava o manguito e abaixo
da prega do cotovelo.
7.
Escolher o local de maior concentração e marcar um círculo (com
caneta) do tamanho de 1.78 cm de diâmetro, isto é, pouco menor
que uma moedinha de 1 centavo.
8.
Contar nessa área o número de petéquias.
9.
A prova do laço é considerada positiva se forem contadas 20 ou
mais petéquias.
Protocolo
para assistência aos pacientes com manifestações clínicas do Dengue
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Situação
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Conduta
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Pacientes
sem manifestações hemorrágicas, com prova do laço negativa
e sem sinais de instabilidade hemodinâmica.
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Atendimento
em ambulatório
Prescrição
de dipirona ou paracetamol + hidratação oral.
Liberação
para domicílio e orientação para procurara serviços 24
horas caso ocorram os sinais de alerta.
Notificação
à Vigilância Epidemiológica Distrital
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Pacientes
com prova do laço positiva e/ou outras manifestações hemorrágicas
leves, sem instabilidade hemodinâmica.
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Atendimento
em ambulatório
Encaminhamento
para realização imediata de hematócrito e contagem de
plaquetas.
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Pacientes
sem instabilidade hemodinâmica com plaquetas
e hematócrito normais
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Mantém
atendimento em ambulatório
Acompanhamento
médico diário (até 7o dia da doença).
Repetição
de plaquetas e hematócrito a depender da avaliação clínica.
Raio
X de tórax em caso de suspeita clínica de derrame pleural.
Prescrição
de dipirona ou paracetamol + hidratação oral.
Preenchimento
do Cartão de acompanhamento do Paciente com Dengue.
Preenchimento
da Ficha de acompanhamento do Paciente com Dengue.
Preenchimento
da Ficha de Investigação Epidemiológica.
Notificação
à Vigilância Epidemiológica Distrital por telefone.
Sorologia
Específica.
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Pacientes
com aumento do hematócrito (valores sugestivos
de hemoconcentração: crianças > 38%, mulheres >
40% e homens >45%) e/ou plaquetopenia (<
ou igual a 100.000/mm3).
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Atendimento
em leito de observação ou enfermaria
Observação
por 12-24 horas em hidratação oral (50 a 100 ml/kg de
peso) caso não exista desidratação moderada ou grave (hidratação
parenteral nesses casos ou na intolerância oral) + dipirona
ou paracetamol + vigilância aos sinais de alerta + evolução
clínica no mínimo a cada 6 horas + exames (HT, Plaquetas,
Rx Tórax) conforme necessidade.
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Caso
a evolução seja favorável, isto é, sinais vitais e hematócrito
estáveis; não apresente sangramento abundante e níveis
de plaquetas entre 50.000 e 100.000/mm3.
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Orientação
para que o paciente continue o tratamento em casa + retorno
para avaliação médica diária e repetição de plaquetas
e hematócrito (até 7o dia da doença) + outros
itens da situação 2a.
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Caso
a contagem de plaquetas estiver abaixo de 50.000/mm3.
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Mantém-se
acompanhamento em leito de observação ou enfermaria.
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Caso
a evolução seja com sinais de instabilidade hemodinâmica
e/ou hematócrito com elevação
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Início
da reidratação parenteral e encaminhamento para internação
em enfermaria ou unidade de tratamento intensivo conforme
a gravidade do quadro.
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Pacientes
que já se apresentam com sinais de alerta ou choque.
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Atendimento
em cuidados intermediários ou terapia intensiva.
Início
imediato da reidratação parenteral.
Encaminhamento
para internação hospitalar.
Sorologia
específica + ficha de investigação epidemiológica.
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Bibliografia
1.
KOROLKOVAS, A. Dicionário Terapêutico Guanabara. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1997/98. 1v. p.1.26-1.28.
2.
Ministério da Saúde e Fundação Nacional de Saúde. Manual de Dengue
- Vigilância Epidemiológica e Atenção ao doente - 1a edição -
1995.
3.
USP DI. Drug information for the health care professional. 16th
ed. United States Pharmacopeial Convention, Rockville, M.D. 1996.
p.7.
Sites
a respeito da Dengue
-
World
distribution of dengue viruses and their mosquito vector,
Aedes aegypti, in 1998: http://www.cdc.gov/ncidod/dvbid/dengmap.htm
-
Reemergence
of Dengue in Cuba: A 1997 Epidemic in Santiago de Cuba (Gustavo
Kourí,* María Guadalupe Guzmán,† Luis Valdés,‡ Isabel Carbonel,‡
Delfina del Rosario, * Susana Vazquez, *José Laferté,* Jorge
Delgado,§ and María V. Cabrera‡). http://www.cdc.gov/ncidod/EID/vol4no1/kouri.htm
-
Risk
Factors in Dengue Haemorrhagic Fever. http://www.acithn.uq.edu.au/phd/thesis/thein.html
-
Mosquitoes
and Dengue. http://www.biohaven.com/dengue.htm
-
Frequently-Asked-Questions
about Dengue Hemorrhagic Fever (Primary contributions and
scientific review by Duane J. Gubler, Director, Division of
Vector-Borne Infectious Diseases, NCID, CDC). http://www.outbreak.org/cgi-unreg/dynaserve.exe/Dengue/faq.html#geography
-
Dengue
and DHF Prevention and Control. http://www.who.ch/programmes/ctd/html/dengue.html
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